Biografia(Hoobastank)
A banda deles não tem um nome normal, mas os quatro caras da Hoobastank são caras normais. Eles tem vidas normais, fazem coisas normais e tem o mesmo senso de humor que seus fãs. É por isso que a banda, composta pelo guitarrista Dan Estrin, o baixista Markku Lappalainen, o baterista Chris Hesse e o vocalista Doug Robb, tem uma conexão com eles. Suas canções tem a intangível habilidade de falar por e para as coisas que os jovens pensam e sentem.
“Quando nós estamos em turnê e chegamos em algum lugar, estamos sempre de shorts e chinelo e parecemos com qualquer cara na rua. Eu gosto disso. Nós não temos que nos “montar” pra sair do ônibus,” Robb diz. “Nós nunca nos levamos muito a sério e não temos medo de tirar sarro de nós mesmos. Quando falamos com a molecada nos shows, nós sempre conversamos sobre coisas normais. Não é tipo “fã falando com o astro de rock.” A banda é o que temos em comum, mas não é só sobre isso que conversamos.”
OK, eles não são completamente normais. Seu primeiro álbum é disco de platina graças a singles de sucesso como “Crawling In The Dark” e “Running Away”, e eles trabalham duro para merecer seu descanso. Mas com seu segundo álbum, The Reason, nota-se que são compositores com um talento incomum, com um leque de canções, humores, e emoções mais variado do que em seu primeiro album. Isso se chama progredir.
Formada nos anos 90 no suburbio de Agoura Hills em Los Angeles, quando o quarteto ainda estava na escola, Hoobastank desde então cresceu e virou uma máquina de compôr. Muito tempo na estrada os tornou próximos e a natureza maticulosa de Estrin e Robb – os dois trabalharam em seus estúdios em casa, enviando demos um para o outro – garantiu que as canções em The Reason tivessem o músculo do rock, assim como uma elegância melódica. De acordo com Robb, “as faixas pesadas ficaram mais pesadas e as mais tranquilas ficaram mais tranquilas. No primeiro álbum era meio que um meio-termo, nesse os dois lados estão bem definidos.”
“É,” completa Estrin. “Algumas das canções podem parecer piegas quando as escrevo, mas então Doug as pega e elas ficam...ainda mais piegas.”
Deixando de lado as piadas, o disco foi beneficiado pela influência holistica do produtor Howard Benson (P.O.D, Cold e Crystal Method). “Howard se concentrou nas letras e melodias e estruturas das canções, não em partes separadamente,” Robb explica.
O primeiro single do álbum, “Out of Control,” apresenta o lado mais agressivo do quarteto. Foi a última canção gravada para o disco, e foi composta depois que eles pensaram já ter o terminado. A canção toca em um tema comum no álbum.
“Algumas canções nesse disco são sobre religião e minha completa falta de interesse por ela,” diz Robb. “Muitas são questionamentos de tudo que as pessoas vêem. Não é tudo sobre religião. ‘Out of Control' foi baseada nisso e é sobre abrir os olhos depois de ser cegado por ter sido devoto de alguma coisa. Pode ser sobre uma pessoa que dedica sua vida para o trabalho e acaba se sentindo perdida e, bem, fora de controle.”
Tem bastante rock pesado em The Reason, desde a guitarra torrencial e o refrão elevado de “Just One” até a explosão de “Same Direction” e a quase-épica “Disappear”. No lado mais leve, tem a grandiosidade da faixa-título, que conta com um “arpeggio” circular de guitarra e o vocal rouco de Robb, é uma canção de amor como não se fazem hoje em dia. A banda também gravou uma versão da música “Do Ya Think I'm Sexy,” de Rod Stewart, que não chegou a entrar no disco. Originalmente, foi pedido que fizessem o cover para o Deuce Bigalow, Male Gigolo. “Não é algo que queremos ser conhecidos por fazer, mas a estamos guardando para algo bom. Talvez para a continuação...Deuce Bigalow, Electric Boogaloo.”
Mas não foi sempre diversão, jogos e Pro Tools. Em agosto de 2003, os caras estavam andando em miniaturas de motos na House of Blues em Myrtle Beach. Estrin, que trouxe as motos nesse dia, estava andando, quando bateu em uma corda na altura de seu peito e bateu a cabeça no asfalto. Inicialmente, não parecia ter sido nada grave. Ele levantou, voltou ao ônibus, mas era óbvio que estava piorando, então eles foram para o hospital. Estrin teve uma minuscula fratura no crânio, com um coágulo se formando embaixo dela. Se não tivesse sido removido naquela noite, ele poderia ter morrido.
O guitarrista explica calmamente, “Não foi um verdadeiro acidente de moto. Se eu tivesse usando um capacete, eu teria levantado e todos teriam rido de mim. Minha cabeça não estava nem a 1 metro do chão. Foi uma piada, mas me assustou o fato de algo tão simples poder causar uma coisa tão séria.”
Mas isso não o atrapalhou muito. “Eu percebi que sou uma dessas pessoas que não conseguem esperar que as coisas sejam entregues de bandeja. Quando me machuquei, eu devia ter ficado descansando para me recuperar, mas estrava trabalhando tanto quanto estaria se não tivesse me machucado. Cancelamos alguns shows, mas fora isso, continuei trabalhando.”
Então em menos de um mês, estava tudo de volta ao normal. Porque a música é a razão pela qual eles fazem todas as outras coisas.
- Postado por: Roqueira às 18h09
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Biografia(Korn)
O Korn tem suas origens no começo dos anos 90, em Bakersfield, uma pequena cidade árida ao oeste do "Vale da Morte (Death Valley)". Na adolescência, o baterista David Silveria, o guitarrista Munky e o baixista Fieldy tocam no L.A.P.D. Logo depois de gravar um disco com um vocalista provisório a banda acaba. Eles não conseguem ficar separados por muito tempo, voltando como “Creep” já com o guitarrista Head como membro definitivo. Em 1993, quando Munky e Head estavam de saída de um bar, ouviram a voz de Jonathan Davis, que cantava pela banda SexArt, então ficaram impressionados e decidiram ficar até o final do show, após o show convidaram Jonathan a entrar na banda.
Jonathan chegou a titubear, diz a lenda que ele consultou uma cartomante antes de aceitar o convite, a cartomante lhe disse que estaria sendo estúpido senão aceitasse, então Jonathan integrou a banda e o Korn estava formado!
Com a entrada de Jonathan o som do grupo ganha uma atmosfera mais sombria, misturando elementos de musica pesada e um groove de funk americano, com letras que relatam experiências autobiográficas do vocalista, atingindo em cheio a juventude desiludida com as mentiras políticas, violência e a hipocrisia da sociedade contemporânea. Eles viajam pelos Estados Unidos fazendo mais de 200 apresentações antes de gravar o primeiro álbum, “Korn”, em 1994, lançado pela Immortal. Uma turnê abrindo shows de bandas como Biohazard, Megadeth e Marilyn Manson e o vídeo “Blind” sendo divulgado fez com que a banda vendesse mais de 1 milhão de cópias em seu disco de estréia.
Além das letras realistas de Jonathan, a banda se destaca pelo uso de guitarras de 7 cordas (ao invés das tradicionais seis), dando uma tonalidade mais grave às melodias. Fieldy também não se contenta com quatro cordas no seu baixo, adicionando mais uma ao instrumento. Em 1996, o Korn faz história na Internet, sendo a primeira banda a promover um programa de rádio interativo on line. A Intenção é lançar o segundo álbum, Life Is Peachy. Nessa época eles já contavam com uma legião de 2 milhões de fãs.
Após o lançamento de Life Is Peachy começam as represarias da sociedade, um menino é suspenso de sua escola em Michigan nos Estados Unidos, apenas por estar usando a camisa com o logo da banda. Como resposta, a banda distribuiu camisas na frente da escola, além de conseguir que o menino fosse readmitido.
Mais uma coisa inusitada acontece, quando um menino de 14 anos com uma doença terminal, pede para encontrar a banda por alguns minutos através de uma fundação, a banda fica chocada, mas atende o pedido do menino, e o visitam por dias, isso mais tarde viria a se tornar a musica que leva o nome do menino, Justin.
Algum tempo depois, é lançado o terceiro álbum, Follow The Leader, esse estréia na ponta da Billboard com o Single de Got The Life, o álbum é repleto de participações como Ice Cube e Fred Durst do Limp Bizkit. Também em 1998 a banda realiza seu festival de rock o Family Values Tour, e começa com o selo próprio a Elementree Records, que lança a banda Orgy, além de um programa semanal na internet, o Korn T.V. O Korn alcança o seu auge de popularidade, o Single de Freak On A Leash “estoura” nas rádios do mundo todo, e na MTV, o clipe de Freak On A Leash é eleito o melhor clipe de Rock de 1999, o cd é considerado um dos melhores cds alternativos dos anos 90 pela conceituada revista “Rolling Stone”, de quebra a banda é chamada para tocar no tradicional festival Woodstock.
Com tanto sucesso e pressão a banda acaba ficando desunida, Jonathan Davis em entrevista chega a dizer que tudo foi rápido de mais, e que não estavam preparados para fazer parte dessa “festa”, a banda fica a ponto de sucumbir.
Com o sucesso também chegam os imitadores, varias bandas começam a seguir a linha de som do Korn, colocando assim a banda em uma posição arriscada, é hora de eles se reinventarem, para continuar inovando. “Nós sabíamos que para esse álbum teríamos que fazer algo realmente especial, romper limites” disse Munky.
Para o lançamento do Issues, Korn organiza um grande concurso entre os fãs, o “Korn Contest”, os fãs mandam desenhos e concorrem, o desenho vencedor é escolhido como capa do álbum Issues, esse é um boneco destruído jogado em um canto, o autor Alfredo Carlos diz que o boneco representa alguém jogado de canto, sem atenção das pessoas. Outros 3 desenhos também são utilizados em versões extras do álbum. Musicalmente, Issues se torna um dos melhores álbuns do Korn, fortalecendo ainda mais a posição da banda, com letras fortes e melodias impressionantes, a banda estréia mais uma vez no topo da Billboard com o Single de Falling Away From Me, além de um memorável show no lendário Teatro de Apollo. Issues é um triunfo do Korn, tanto artístico quanto critico, o cd tem uma ótima aceitação, a banda faz turnês incessantes, chegam até a passar pelo Brasil, em 2 grandes shows em São Paulo.
Após isso, a banda fica por algum tempo fora das estradas, preparando o seu novo álbum, o Untouchables, esse vem com novas tecnologias de Mixagem, incluindo 24 bits de samplers (o dobro do normal utilizado). Korn e o produtor Michael Beinhorn, criam um panorama sonoro riquíssimo, pesado e totalmente novo, diferente de mais para alguns.
Korn com o Untouchables tanto ganha quanto perde fãs, muitos torcem o nariz para um cd tão diferente do normal, uma estranha explosão de emoções, não compreendida por muitos, Korn ali mostra suas faces mais tristes, fazendo musicas como Hollow Life e Hating.
Embora os singles de Here To Stay e Thoughtless consigam algum sucesso a banda não consegue uma grande aceitação com esse álbum, tão pouco nos shows, quando as musicas de tão bem produzidas em estúdio acabam ficando pobres ao vivo.
Um ano após o lançamento do Untouchables, o Korn começa a preparar o seu novo álbum, o que eles mesmo chamam de “volta às raízes”. Take A Look In The Mirror é lançado no fim de 2003, o cd não vem com muitas novidades, mas a banda alcança o objetivo de voltar as raízes, gravando musicas como Break Some Off e Alive. Lançam também um protesto contra o monopólio das gravadoras, chamado Y´ll Want A Single, o clipe dessa musica causa polêmica ao mostrar dados estarrecedores sobre o monopólio nos Estados Unidos, e mostrar a banda e seus fãs destruindo uma loja de cds. A banda lança recentemente o seu “Greatest Hits”, que conta com 16 musicas selecionadas entre os 6 álbuns da banda, além de duas covers e uma versão remix.
Com esse álbum Korn encerra seu contrato com a Epic/Sony. O single da primeira cover do Greatest Hits, Word Up, rende um clipe divertido com as faces dos membros da banda em cachorros. O vídeo-clipe além de não agradar muitos os fãs da banda, não agrada nenhum pouco à Head.
Head sai da banda pouco depois do lançamento do clipe de Word Up, curiosamente ele cita o clipe do Word Up! como um dos motivos, já que ele não gostou de aparecer como cachorrinho no clipe. Obviamente esse não foi o motivo principal, ele cita como motivo principal a sua conversão ao cristianismo, ele considera as letras do Korn muito negativas e acha melhor pra vida dele ficar longe da banda. Korn continua mesmo sem o Head, em Abril de 2005 começam as gravações para o novo álbum, o sétimo cd de inéditas do Korn, a banda em sua atual turnê européia já toca musicas do novo álbum, como Seen It All, Hypocrites e Twisted Transistor. Em Setembro de 2005, Korn anuncia um grande acordo com a gravadora EMI, que gerenciará a carreira da banda. Jonathan considera o acordo como uma grande parceria.
- Postado por: Roqueira às 18h03
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| Biografia(Placebo) |
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Formação: O Placebo é formado por três integrantes, sendo estes, Brian Molko (vocalista e guitarrista), Stefan Olsdal (baixista, guitarrista e tecladista) e Steve Hewitt (baterista). | |
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O gênese
A banda inglesa Placebo, foi inicialmente idealizada pelos amigos de infância Brian Molko e Stefan Olsdal, que se conheceram num colégio em Luxemburgo, quando Molko tinha penas 12 anos de idade e Stefan, 11. Na época, ambos eram apenas dois garotos considerados diferentes, que tinham muito em comum Eles sustentaram uma amizade de cinco anos, quando Brian se mudou para Londres, a fim de estudar Arte Dramática em Goldsmith's College, e por isso, se separaram.
Por culpa do destino ou mera coincidência, dois fatos curiosos aconteceram: Stefan se mudou, também, para Inglaterra, a fim de estudar música no Musicians Institute e, Brian e Stefan, voltaram a se encontrar, em 1994, na estação de metrô South Kensington (depois de um bom tempo sem se verem), às 09h30min da manhã, hora em que Brian nunca estava acordado. "Lá estava ele com a guitarra nas costas. De primeira instancia, ele não quis meu telefone. Tive que implora-lo para anotar e ele o fez por cortesia.", diz Stefan.
Na época, Brian estava a escrever músicas e fazer pequenas apresentações em pubs, boates com um amigo chamado Steve Hewitt (que Brian conheceu atrás do Burger King em Lewisham - 1991 - através de uma amiga em comum, que era a namorada de Steve. Este também estava envolvido com uma banda chamada Breed, mas tocava com Brian quando tinha tempo livre.) e, imediatamente, Stefan levantou a questão sobre a formação de uma banda, já que seu gosto musical sempre foi bem parecido com o de Brian, que por sua vez, tinha uma apresentação a fazer naquela noite. Para não decepcionar o amigo de adolescência, Brian resolveu deixar Stefan tocar com ele em tal apresentação. Foi nesta noite que Brian e Stefan tiveram certeza de que tinham que formar uma banda.
"Foi durante a primeira vez em que tocamos juntos que percebi o quanto em comum nós tínhamos.", diz Brian Molko. "Fiquei apaixonado pela voz e jeito de tocar guitarra de Molko. Aquilo era muito diferente e excitante.", diz Stefan.
Com toda a cumplicidade vista de fato, Brian e Stefan deram origem à Ashtray Heart, naquele mesmo ano (1994), e recrutaram um baterista sueco chamado Robert Schultzberg, que estava na Inglaterra para aprender mais sobre percussão. Este já conhecia Stefan, com quem havia tocado em uma banda de garagem na Escócia. Brian e Robert não tinham muita cumplicidade. Robert não gostava da maneira com que Brian se sobressaía diante dele e Stefan e nem da própria personalidade "diferente" de Molko. Brian tentou de todas as maneiras, por dois anos, conquistar a confiança de Robert, mas de nada adiantou. Por isso, Steve foi convidado para voltar à banda em 1996. Ele largou a Breed e juntou-se a Brian e Stefan numa jornada que começara seu trunfo naquele mesmo ano.
O começo da glória
Antes de Steve voltar à banda, Ashtray Heart já havia feito muitos shows independentes pela Inglaterra, mas foi depois que o nome mudou para PLACEBO que a banda ganhou mais projeção. Tudo começou num show no London's Rock Garden, em Janeiro de 1995. Durante este ano, eles dividiram o palco com Ash e Whale and Brush, o que lhes foi muito bom para amadurecer, e em novembro, Placebo lançou seu primeiro single, "Bruise Pristine", no Fience Panda. A banda passou um bom tempo na estrada, abrindo shows de grandes bandas e fazendo pequenos shows para divulgar sua música. Porém, no final deste ano, 1995, Placebo teve a primeira prova de reconhecimento de seu sucesso, quando "Come Home" postou em terceiro lugar nas paradas inglesas.
Em janeiro de 1996, Placebo assinou um contrato com a Hut Recording. O dono da Hut Recording ficou fascinado com a banda e quis segura-los de qualquer jeito, o que não foi possível. Placebo ganhou projeção bem maior, e já com Steve chegou a acompanhar David Bowie (a convite do próprio Bowie) numa turnê pela Europa em janeiro de 1996, o que o tornou fã assíduo da banda imediatamente.
PLACEBO
O primeiro álbum do Placebo foi gravado em Dublin, durante a primavera de 1996. As 10 músicas do álbum foram praticamente todas sobre sexo. As músicas de trabalho foram "36 Degreess" e "Teenage Angst". Repercutiram a estréia do álbum, que deu à banda um ponto de mérito honroso. Antes da turnê pela Europa (30 países), já prevista, Steve entra na banda, e só então a primeira turnê acontece. Tal turnê projetou muito o PLACEBO, mas o apse do sucesso aconteceu em janeiro de 1997, com o single "Nancy Boy", que ocupou o quarto lugar nas paradas inglesas.
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- Postado por: Roqueira às 17h47
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Continuação da biografia
No mesmo mês da consagração, Placebo foi convidado para tocar no Madison Square Garden, em Nova Iorque, para comemorar o aniversário de David Bowie. A banda já havia então, conquistado sua independência, suportando sua própria turnê pela Europa, fascinando o público do London's Brixton Academy, depois de abrir para o U2 em muitas datas do Popmart European.
O primeiro álbum, PLACEBO, ganhou diversas versões para Raves e Pistas de dança, conquistando fãs em muitos países. A "multi-nacionalidade" dos integrantes se fez presente na música da banda, - Brian nasceu na Bélgica e foi criado em Luxemburgo por seu pai escocês e sua mãe americana, - Stefan é inglês e Steve sueco.
WITHOUT YOU I'M NOTHING
A banda começou a se desgastar com o público devido aos hábitos pouco convencionais de Brian, que era conhecido como "androgynous girlboy", usava vestido e é assumidamente bissexual, e também pela fama de uso de muitas drogas durante os shows. Tornou-se uma constante a confirmação pela impressa que eles são gays. Segundo os próprios componentes, Stefan é gay, Brian bissexual e Steve heterossexual.
Brian chegou a ter sua casa invadida por repórteres e ficou muito chateado com o fato. Por isso resolveu sumir, literalmente, por duas semanas. Foi quando Brian teve uma overdose e teve de ficar um mês no hospital. Isso gerou mais polêmica. Apesar do rebuliço, Brian alegou que não devia satisfação sobre sua vida e que o que importava era a sua música. Dizem que Brian não estava acostumado com a fama e que o fato de ter de se privar de sua liberdade o fez entrar em depressão.
Toda essa discussão só aumentou a expectativa pelo segundo álbum, e eles não decepcionaram quando "Whitout You I'm Nothing" foi lançado, em 1998 (pela Caroline Records, nos EUA). Um número fantástico de singles foram juntamente lançados, e um sucesso atrás do outro. Placebo continuou a excursionar pelo mundo, o que fez aumentar sua popularidade.
O estilo épico das músicas havia mudado, talvez, e bem obviamente devido ao estado de espírito de Brian. Tons de melancolia, paixão gótica, depressão, assiduidade, solidão, são extremamente presentes nas músicas de Without You I'm Nothing. Estas características deram ao Placebo, uma identidade singular em meio de um largo grupo de bandas do gênero, e assim, a banda veio a se destacar como um estilo musical, e não mais uma influência de certo estilo.
No final de agosto de 1998, é lançado o primeiro single do segundo álbum, Pure Morning, que chegou a ser número dois nas paradas inglesas. O sucesso foi tanto, que David Bowie, mais uma vez se mostrando ser fã de Placebo, convidou Brian para fazer um dueto com ele num show, em Without You I'm Nothing. Brian ficou lisonjeado e aceitou.
Para o privilégio dos franceses, a banda lançou uma versão francesa de Burger Queen, no dia 23 de novembro, antes de começar a gravar o terceiro álbum. PLACEBO, então, já havia se postulado como ícone do próprio estilo musical, de integrantes irreverentes, principalmente se tratando do julgado e polêmico Brian Molko.
BLACK MARKET MUSIC
Depois da longa turnê do álbum Witouth You I'm Nothing, Brian Molko passou um bom tempo sozinho em sua casa na Suécia. E em julho de 2000, Molko voltou com novo visual, que aliás, agradou a mídia e esta, por sua vez, publicou em várias reportagens: "The MAN is back". "Taste In Man" foi o primeiro single do tão esperado terceiro álbum, gravado em Londres, com Paul Corkett (foi também quem produziu o segundo álbum).
Muitos especulavam sobre como seria o novo trabalho, se seria tão bom quanto o segundo, ou se teria um som diferente, etc, já que Brian havia prometido algo "nada convencional". 10 de outubro de 2000 foi quando "Black Market Music" foi lançado. Como este era esperado por fãs e críticos! Tal álbum não deixou a desejar. Superou todas as expectativas dos fãs e críticos. Não havia muito de diferente em "Black Market Music", por isso, o máximo que aconteceu foi o fato de mais fãs aderirem a Placebo.
A banda, mais uma vez, fez uma longa turnê pela Europa, EUA, Canadá, alguns países do Oriente Médio e Austrália, o que marcou um era de conquista de um novo público. Em outubro de 2001, Placebo encerra a turnê com um resultado brilhante e é titulada como a banda dos "intelectuais obscuros".
SLEEPING WITH GHOSTS
Em 2003, já então vistos como ícone de singularidade musical, Placebo se vê numa posição confortável, sem ter que se preocupar muito com a aceitação de seu trabalho perante a mídia.
Brian Molko mudou radicalmente seu visual, cortando seu cabelo e suavizado o antes, "heavy make up". Isso mostrou a confiança de Molko para com os críticos. "Sou adepto ao androginismo desde a adolescência. O fato de eu ter cortado o meu cabelo não significa que deixei de lado minha concepção nata.", diz Brian.
Com toda essa confiança, mudanças e sucesso, Placebo lança o quarto álbum, "Sleeping With Ghosts" (2003), que muito fala, implicitamente, de amor, nos mais variados ângulos e situações.
O sucesso foi fato, aliás, este é o maior sucesso de Placebo desde o início da banda, em 1994. Várias músicas deste álbum se tornaram destaques nas paradas européias.
O sucesso desse álbum fez com que Placebo produzisse e lançasse em 2004 um DVD para consagrar a bela fase que a banda passa atualmente. Intitulado "Soulmates Never Die" (frase que se tornou uma marca da banda entre os fãs) o DVD conta com uma apresentação gravada ao vivo em Paris no ano de 2003. Um show sem precendentes na história da banda, capaz de provocar lágrimas até nos olhos dos fãs mais recatados do Placebo.
Junto com o show, o DVD mostra um documentário exclusivo da então atual turnê do Placebo, além de cenas escondidas (Easter Eggs) inéditas.
- Postado por: Roqueira às 17h44
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Foi em Rodeo, California, que os amigos de infância Billie Joe Armstrong e Mike Dirnt resolveram montar sua primeira banda. Com apenas 14 anos de idade, formaram o Sweet Children, Billie assumindo vocais e guitarra e Mike o baixo e também vocais. Em 1989 o grupo arrumou um baterista, John Alan Kiffmeyer, e lançaram um EP com o mesmo nome da banda. Já no segundo EP, também independente, chamado “1000 hours”, o nome definitivo: Green Day.
Com o sucesso que o grupo fazia entre o público jovem que gostava de bom rock, logo veio um contrato com uma gravadora independente local, onde lançaram mais dois EPs, que mais parte fariam parte do primeiro álbum, “Smoothed Out Slappy Hours”, de 1990. Foi logo após o lançamento deste CD que o baterista Kiffmeyer deixou a banda, alegando que desejava continuar os estudos e que a agenda cada vez mais intensa da banda o estaria atrapalhando. Foi quando Tré Cool, que inclusive havia sido professor do baterista anterior, entrou para a banda.
O segundo álbum da banda, “Kerplunk”, consolidou ainda mais o sucesso do Green Day, em 1991, o que acabou chamando a atenção das grandes gravadoras e a conseqüente assinatura de um contrato com a Reprise Records. Lançaram “Dookie”e estouraram com o single “Longview”. Em 1995 lançam seu quarto álbum, “Insomniac”, que entrou nas paradas já em segundo lugar e vendeu mais de dois milhões de cópias.
Foi em meio a esse grande sucesso que aconteceu o inesperado: em meio a uma turnê, na primavera americana de 1996, a banda cancelou todos os shows restantes alegando cansaço e esgotamento. O que parecia uma leve interrupção acabou virando um intervalo de aproximadamente um ano e meio, que a banda usou para descansar e compor muito, tendo como resultado o álbum “Ninrod”, considerado por muitos o melhor do Green Day e aquele que contém seu hit mais popular, “Time of your life”.
Após de uma pausa de quase dois anos, voltariam e gravariam “Warning”, lançado no outono de 2000, outro disco de muito sucesso. Depois, o Green Day lançou sua coletânea de hits, chamada |
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- Postado por: Roqueira às 17h36
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Biografia(Limp Bizkit)
Criado no final de 1994 em Jacksonville, Florida, o Limp Bizkit é formado por Fred Durst (vocal),Wes Borland (guitarra), Sam Rivers (baixo), John Otto (bateria) e DJ Lethal. A banda ganhou espaço na cena musical graças a Fred Durst, que trabalhava como tatuador. Ele tatuou o pessoal do Korn, em 95, e quando o grupo de alternative metal voltou à Florida em 96, foi fácil entregar uma fita demo ...
- Postado por: Roqueira às 17h30
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Biografia(3 Doors Down)
Se você estava vivo ou mesmo semi-consciente no ano 2000, você com certeza ouviu “Kryptonite” do 3 Doors Down. Era impossível escapar. A canção e o álbum em que estava, The Better Life, desafiaram as leis da gravidade. Os dois ficaram no topo de todas as paradas – álbum, single, rádio – por uma boa parte daquele ano e depois. “Kryptonite”, em várias maneiras, falava do cara sobre o qual Brad Arnold cantava: Super Homem. A canção atingiu um ponto literal e figurativo nas pessoas, em um ano em que a América precisava de um super-herói. Mas quem sabia disso então? Dois anos, quatro singles no primeiro lugar, algumas turnês mundiais, sucesso nas rádios sem precedentes, indicações a prêmios e milhões de álbuns vendidos depois (ok, passou dos 6 milhões, mas quem está contando?), 3 Doors Down estavam de volta a Smallville da vida real que lançou a banda em 1996 – Escatawpa, Mississippi, um mero salto do cruzamento onde Robert Johnson vendeu a alma.
É seguro dizer que os integrantes do 3 Doors Down – Brad Arnold, guitarrista Matt Roberts, baixista Todd Harrell e guitarrista Chris henderson (com o novo baterista Daniel Adair, que vem de Vancouver), poderia se mudar para qualquer lugar do mundo depois do sucesso de seu primeiro álbum. Mas os amigos de infância permaneceram humildes e voltaram para sua velha cidade natal para um merecido descanso antes de gravar o segundo álbum, Away from the Sun. “Eu voltei pra casa (depois da turnê) e não ouvia nenhuma música,” diz Brad. “Eu tive que deixar minha cabeça parar de rodar. Parecia que estava andando em alta velocidade há tanto tempo, e tudo parou de repente.”
O descanso não durou muito tempo. Depois de 4 meses de relaxamento, a banda “teve fome de fazer música novamente.” Eles alugaram uma casa e passavam 4 horas todo dia criando músicas e fazendo jams – só pra tocar. “Nós trabalhamos tanto que não estavamos forçando nada,” diz o cantor. O sucesso dessa abordagem é evidente em Away From the Sun. Com as doze faixas do disco, 3 Doors Down retoma o seu devido lugar à frente de um renascimento musical que eles ajudaram criar. Guitarras potentes, baixos superiores, bateria suculenta que apoiam grandes melodias vocais e ainda maiores sentimentos nas composições. A banda humildemente se refere ao álbum como “bom e velho rock'n'roll americano”. Dessa vez, entretando, seu som foi intensificado pela estrada.
Produzido por Rick Parashar (Alice in Chains, Pearl Jam, Blind Melon), Away From the Sun mostra 3 Doors Down de volta turbulentamente e prontos para agitar. A maioria das bandas sente a pressão de superar o primeiro álbum e as expectativas de milhões de ouvintes que o compraram, mas Brad não se preocupou com isso. Ele tinha muito material guardado: todo o tempo que passou na estrada. “Away From The Sun” admite Brad. “Quando você está em turnê, tem muito tempo nas mãos. Eu estava sentindo essa sensação de isolamento. Com essas canções, eu quis dizer ao ouvinte que ele ou ela não está sozinho – muitas pessoas sentem a mesma coisa.” “A banda cresceu muito na estrada,” ele diz. “Nosso som está diferente agora,” diz Matt. “A música cresceu. Em uma palavra, está melhor.” Ouça o primeiro single “When I'm Gone” e você vai concordar.
Brad escreveu as letras de “When I'm Gone” em uma noite em Porto Rico, sozinho no seu quarto de hotel. “Eu estava sentindo que todas aquelas pessoas pensavam que me conheciam, e na verdade não conheciam,” ele diz. “Eu quero que as pessoas me aceitem do jeito que eu sou.” Você quase pode sentir a frustração de Brad quando ouve a canção. As rádios nos EUA estão gostando, e o single é o mais tocado nas estações de “active rock”, “modern” e “mainstream” com mais de 200 adições na semana de lançamento.
A faixa-título do álbum, que Chris chama de “nossa obra de arte”, mistura um dos melhores acordes de guitarra dos últimos tempos com letras sobre anseio e “como as vezes você se acha tão longe do sol.” Em “Running Out Of Days” e “Ticket To Heaven”, as guitarras e baixo rodeiam questões de fama e seu preço para a família e amigos. E “Here Without You” é a melhor canção para se ouvir na estrada a ser lançada em muito tempo.
Away From the Sun continua a evolução do 3 Doors Down à banda de rock suprema. “Dinamicamente, nosso som está maior,” diz Chris. Eles chegaram longe de onde vieram mas nunca se desviaram do seu objetivo que é “fazer rock'n'roll e boa e velha música americana.”
- Postado por: Roqueira às 17h27
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Albúns
 The Black Parade Lançamentos: 2006 Gravadora: Warner Bros
Faixas: 1.The End. 2.Dead! 3.This Is How I Disappear 4.The Sharpest Lives 5.Welcome To The Black Parade 6.I Don't Love You 7.House Of Wolves 8.Cancer 9.Mama 10.Sleep 11.Teenagers 12.Disenchanted 13.Famous Last Words
 Three Cheers for Sweet Revenge Lançamento: 2004 Gravadora: Warner Bros
Faixas: 1. Helena 2. Give 'Em Hell, Kid 3. To The End 4. You Know What They Do To Guys Like Us In Prison 5. I'm Not Ok (I Promise) 6. Ghost Of You 7. The Jetset Life Is Gonna Kill You 8. Interlude 9. Thank You For The Venom 10. Hang 'Em High 11. It's Not A Fashion Statement It's A Deathwish 12. Cemetery-Drive 13. I Never Told You What I Do For A Living
 I Brought You My Bullets You Brought Me Your Love
Lançamento: 2002 Gravadora: Eyeball
Faixas:
1. Romance 2. Honey, This Mirror Isn't Big Enought For The Two Of Us 3. Vampires Will Never Hurt You 4. Drowing Lessons 5. Our Lady Of Sorrows 6. Headfirst For Halos 7. Skylines And Turnstiles 8. Early Sunsets Over Monroeville 9. This Is The Best Day Ever 10. Cubicles 11. Demolition Lovers
- Postado por: Roqueira às 19h19
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A banda
Gerard Way Vocal. Cidade Natal: Newark, New Jersey. Aniversário: 9 de Abril de 1977. Altura: 1m,75 Olhos: Verdes. Signo: Áries. Bandas preferidas: Iron Maiden, The Cure, Morrisey, & The Misfits. Vício: Cigarro, bebidas.
Curiosidades: Gerard não tem piercing nem tatoos, por que tem medo de agulhas. Toca guitarra. Ele fundou a banda junto com Matt Pelisser. Ele detesta, trabalhos manuais. Tinha o sonho de ser cartunista. É formado pela escola de Artes de NY. O nome de sua mãe é Donna, da namorada é Olívia, e do pai, Donald. Seu irmão Mikey toca baixo na banda. Sua avó o ensinou a dançar, desenhar e atuar. Ele afirma que o MCR não é uma banda gótica, embora tenham sido rotulados assim após o lançamento da musica Vampires Will Never Hurt You. Ele é 1/2 escocês por parte de pai e 1/2 italiano por parte de mãe. Gerard também adora o desenho X-Men. Seu personagem favorito é Wolverine. No campo de desenhos Geard também se destaca por ter criado uma série de desenhos chamada “The Breakfast Monkey” que foi enviada para o Cartoon Netwok mas acabou sendo rejeitada. O desenho Aquamen foi colocado em seu lugar. Série não passou do primeiro desenho. Ele também já desenhou roupas para a banda Thursday. Ele adora teatro, toca guitarra, adora David Bowie, sempre usa maquiagem quando está no palco, adora as cores vermelho e preto. Cores que para ele simbolizam velório.É obcecado por teatro pela morte, desde dos 8 anos de idade. Faz terapia. E sempre que a banda não está em turnê ele esta na terapia. Já teve sérios problemas com drogas, e bebida. Hoje ele não se droga, nem bebe como antes. Apenas socialmente. O carro de seus sonhos, é um Corvette Vermelho.
Frank Iero Guitarrista. Cidade Natal: Bellevill, New Jersey. Aniversário: 31 de Outubro de 1981. Signo: Escorpião. Vício: Cigarro e Bebida. Bandas preferidas: Black Flag, The Bouncing Souls, American Nightmare, Beasty Boys.
Curiosidades: Frank é casado com Jamia. Tem várias Tatoos e piercings pelo corpo. Já tocava em bandas antes do My Chemical Romance, entre elas, Pencey Prep, Hybrid, Sector 12. Frank adora cachorros, tem três. Ele também adora a série Harry Potter. Adora Coca-Cola e Mountain Dew. Tinha uma guitarra denominada Panssy, que foi quebrada pelo Gerard Way. É com ela que ele toca no clipe “Helena”. Entrou para a Universidade de Rutgers, mas parou de estudar, para se dedicar a banda. Afirma ter forte influência do pai.
Ray Toro Guitarrista. Cidade Natal: Porto Rico. Aniversário: 15 de Julho de 1977. Signo: Câncer. Vício: Bebida. Estilo de Música: Bandas de Heavy Metal, e musica clássica.
Curiosidades: Ray foi o primeiro guitarrista a entrar na banda. Sem ele a banda provavelmente não sairia de projetos. Sempre foi amigo dos Way. Estudava na mesma escola que Gerard e Mikey. Tem uma tatoo misteriosa. Poucas pessoas sabem do que se trata. É muito fã de musica clássica, por isso sugeriu a banda, a fazer musicas um pouco mais calmas e voltadas pro amor no primeiro cd da banda.
Mikey Baixista. Cidade Natal: Newark, New Jersey. Aniversário: 10 de Setembro de 1980. Signo: Virgem. Vício: Cigarro. Bandas preferidas: Smashing Pumpkins, Oasis, The Misfits, Radiohead, Blur e The Smiths.
Curiosidades: Ele só entrou na banda com a condição de tocar algo. É irmão mais novo do Gerard. Tem asma e fuma do mesmo jeito. Usa óculos por que tem miopia (atualmente usa raramente). Não tem piercings mas tem uma tatoo no braço. Tem uma camiseta da banda Anthrax que adora. Trabalhou na “Barnes e Nobres” uma livraria. Adora sushi, e não fica sem seu IPOD. Parou de estudar para se dedicar a banda.
Bob Baterista. Cidade Natal: Illinois. Aniversário: 21 de Dezembro de 1980. Signo: Capricórnio. Vício: Cigarro e Bebida.
Curiosidades: Entrou em Agosto de 2004, para substituir, o antigo baterista, Matt. Sendo assim não gravou nenhuma das musicas dos dois cds da banda. Antes de entrar no My Chemical Romance, era técnico de som da banda The Used. Bob está noivo. Mas não se sabe de quem. Suas musicas favoritas são Pop/Metal.
- Postado por: Roqueira às 19h16
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Biografia(My Chemical Romance)

O My Chemical Romance, é uma banda que vem se destacando muito nos últimos tempos. Mas nem sempre foi assim. No início, a banda, apenas fazia a abertura de alguns shows, ou tocava com bandas como The Used, Taking Back Sunday, entre outras. Mas como estes cinco rapazes se encontraram? Bom, tudo começou em New Jersey, nos Estados Unidos. Um grupo de rapazes, tratados como “os excluídos” resolveram unir forças! Muitos deles já se conheciam do colégio. E mesmo após a formatura, a banda continuou a manter contato, já tendo em mente montar uma banda que realmente poderia fazer sucesso. A banda então se formou em meados de 2002. Fundada por Gerard Way e Matt Pelisser. A banda, logo aumentou com a entrada de um novo membro. O irmão mais novo de Gerard, Mikey Way, (que só foi aceito na banda com a condição de conseguir um nome para a banda e aprender a tocar algum instrumento). Baseando-se na novela do autor Irvine Walsh, que tinha como título My Chemical Romance, Mikey batizou a banda de My Chemical Romance. A banda também contava com o Ray Toro, que foi o primeiro guitarrista da banda. Sem a entrada dele a banda provavelmente não passaria de planos. O segundo guitarrista, foi Frank Iero. A banda contava com Matt Pelisser, na bateria. Este saiu da banda sem grandes explicações. Existem várias especulações do real motivo de sua saída da banda, mas nenhuma comprovada e confirmada por nenhum integrante do My Chemical Romance, que evitam falar no assunto. Com sua saída, o técnico de som da banda The Used assumiu a batera, logo após o fim da turnê japonesa. Com a banda completa, eles pularam na estrada com a Van comprada pela avó de Gerard. Passavam de cidade em cidade, fazendo pequenas apresentações. O primeiro cd da banda, já com um grande gravadora foi o álbum I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love, lançado no dia 23/07/2002. O segundo álbum da banda intítulado Three Cheers For Sweet Revenge, saiu em 08/06/2004. Hoje a banda já tem fama dentro e fora do Estados Unidos, conquistando uma legião de fãs por onde passa.
- Postado por: Roqueira às 19h16
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[Discografia]
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In a Reverie Ano: 1999 Músicas: 1. Circle 2. Stately Lover 3. Honeymood Suite 4. My Wings 5. To Myself I Turned 6. Cold 7. Reverie 8. Veins Of Glass 9. Falling Again
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Halflife Ano: 2000 Músicas: 1. Halflife 2. Trance Awake 3. Senzafine 4. Hyperfast 5. Stars (Dubstar cover)
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Unleashed Memories Ano: 2001 Músicas: 1. Heir Of A Dying Day 2. To Live Is To Hide 3. Purify 4. Senzafine 5. When A Dead Man Walks 6. 1:19 7. Cold Heritage 8. Distant Sun 9. A Current Obsession 10. Wave Of Anguish |
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Comalies Ano: 2002 Músicas: 1. Swamped 2. Heaven's a Lie 3. Daylight Dancer 4. Humane 5. Self-Deception 6. Aeon 7. Tight Rope 8. The Ghost Woman and the Hunter 9. Unspoken 10. Entwined 11. The Prophet Said 12. Angel's Punishment 13. Comalies 14. Lost Lullaby [On Special Edition Box] 15. "Making of Comalies" Video Track |
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The EP's Ano: 2005 Músicas: 1. No Need To Explain 2. The Secret 3. This Is My Dream 4. Soul In To Hades 5. Falling 6. Un Fanstasma Tra Noi (A Ghost Between Us) 7. Halflife 8. Trance Awake 9. Senzafine 10. Hyperfast 11. Stars |

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Karmacode Ano: 2006 Músicas: 1. Fragile 2. To The Edge 3. Our Truth 4. Within Me 5. Devoted 6. You Create 7. What I See 8. Fragments Of Faith 9. Closer 10. In Visible Light 11. The Game 12. Without Fear 13. Enjoy The Silence |
- Postado por: Roqueira às 16h41
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Biografia-Lacuna Coil

A história da banda começa no meio da década de 90, quando os dois amigos Andrea Ferro (vocalista) e Marco Zelati (baixista) resolveram montar uma banda. Tal banda primeiramente foi batizada de "Sleep Of Right", mas logo depois mudou de nome, sendo chamada de "Ethereal". Com esse nome os dois rapazes italianos se juntaram a outros integrantes; Claudio Leo (guitarra) e Leonardo Forti (bateria), para gravar a primeira demo. Para a gravação dessa primeira demo, foi chamada a competente (e belíssima) Cristina Scabbia, dona de uma voz singular. A participação de Cristina a princípio, seria apenas como convidada, fazendo algumas "vozes", porém o vocal dela surpreendeu os integrantes da banda, que acabaram a convidando para participar de forma efetiva. A primeira demo, da então banda "Ethereal", foi lançada em 1996 e tinha duas músicas. Músicas que agradaram muito ao público "underground" da Europa e como conseqüência, agradou a gravadora Century Media.
Com um contrato na mão, uma das primeiras coisas que a banda teve que fazer foi trocar de nome, pois havia uma banda grega com o mesmo nome. Então surgiu o nome "Lacuna Coil".
Em 1997, entraram em estúdio, para gravar o EP com o nome de "Lacuna Coil". Tal EP foi gravado no estúdio Woodhouse Studio em Hagen, na Alemanha. A produção do EP ficou por conta de Waldemar Sorychta. O lançamento do EP "Lacuna Coil" em outubro de 1997, rendeu uma turnê, abrindo shows para a banda Moonspell. A venda do EP foi impressionante, porém, logo no início da turnê, a banda sofreu "abandonos". Claudio Leo (guitarra) e Leonardo Forti (bateria), saíram. Para o Lacuna Coil não abandonar a turnê, o baterista Markus (Kreator) e o guitarrista Anders (Tiamat) "quebraram um galho" e tocaram com a banda durante a turnê.
No início de 1998, após a primeira turnê, que foi problemática, dois novos músicos integraram a banda: Cristiano Migliore (guitarra) e Cristiano Mozzati (bateria). Com essa nova formação, em fevereiro, a banda fez a primeira grande aparição, ainda abrindo para o Moonspell, tocaram para mais de 4.000 pessoas em Lisboa. Em abril do mesmo ano, começaram a segunda parte da turnê Européia, desta vez, abrindo para a banda "The Gathering". Em agosto, o Lacuna Coil tocou pela primeira vez em um grande festival, o "Wacken Open-Air" na Alemanha, e o público os aprovou.
Em outubro de 1998 a banda entrou em estúdio novamente. Desta vez, o objetivo era algo maior; voltaram ao Woodhouse Studio para gravar o primeiro álbum, chamado "In A Reverie". No início de 1999, integrou ao conjunto um segundo guitarrista: Marco Biazzi. Marco foi uma grande ajuda para a banda, principalmente nas apresentações ao vivo, onde conseguiram um som mais "completo". Porém, o que chamava mais a atenção do público era a qualidade do vocal de Cristina. Em fevereiro de 99, a banda fez o show de lançamento do primeiro disco em casa, em Milão. O disco "In A Reveire" foi muito elogiado pelas revistas, sites e zines especializados. Com o sucesso do disco, veio a turnê, e talvez o grande momento para a banda: a participação precoce (porém merecida) no mega festival "Dynamo Open-Air", com mais de 20.000 pessoas do mundo inteiro, assistindo ao show.
Após o término da turnê de divulgação do álbum "In A Reverie", que ainda contou com uma apresentação no festival "Gods Of Metal" na Itália, os integrantes do Lacuna Coil retornaram ao estúdio. Desta vez gravando no Damage inc. Studios, no início de 2000, prepararam o segundo EP da discografia, intitulado de "Halflife", que fora lançado em março. Tal EP rendeu à banda a primeira turnê Européia como atração principal. Shows como o de Londres ficaram marcados, pois os ingressos foram esgotados.
Em outubro de 2000, Lacuna Coil e Waldemar Sorychta entram no Estúdio de Woodhouse na Alemanha para gravar o álbum "Unleashed Memories". O álbum contém 10 músicas sendo que uma delas é Senzafine que também está presente no EP Halflife .O álbum é completado ao final de novembro e em dezembro a banda toca duas datas no México respectivamente com Theatre of Tragedy em Guadalajara e Cidade do México. Unleashed Memories é lançado dia 29 de janeiro de 2001, e esse foi um ano intenso de turnês para a banda. começando com uma excursão européia com Theatre of Tragedy ao longo de janeiro e fevereiro. Eles também são incluídos no Metal de Odyssey fazendo turnê com Dimmu Borgir, Nevermore, Inflames e Susperia tocando treze datas ao longo da Europa. Abril Lacuna Coil volta à Itália para uma série de shows. A banda toca em vários espetáculos e festivais ao longo do verão, inclusive Wacken e Neerpelt em agosto, Marco Coti Zelati não se junta com o restante da banda devido a uma operação nos ligamentos de joelho dele. Os festivais re-unem Lacuna Coil com In Flames, Dimmu Borgir, Nevermore, e Theatre of Tragedy e no dia 1 de setembro no festial Mera Luna que Cristina Scabbia canta "You Can Have All My Love Tonight" com a banda Lucyfire. Após os festivais de verão, a banda começa trabalhar em materiais para o próximo álbuns. Ainda acham tempo para apoiar o canal italiano de música "Rock TV" .
Depois do retorno da turnê pela América e uma parada para o Natal a banda começa a trabalhar no terceiro álbum de estúdio. A banda continua apoiando o canal italiano "Rock TV" entrevistando outros artistas como: SlipKnoT, Nickelback, P.O.D, System of a Down e outros, mas os próximos meses são dedicados dentro a maior parte para ensaiar e escrever músicas. Em abril de 2002 a banda trabalha em pré-produção em Milão, com o produtor e amigo de longa data Waldemar Sorychta e no dia 17 de abril eles entram no estúdio de Woodhouse na Alemanha e começam gravação do álbum que trará reconhecimento global para eles.
Depois de 2 meses de pré produção, em maio de 2002 o álbum está completo e a banda o nomeia "Comalies", o álbum é mais pesado e mais dinâmico que o Unleashed Memories. Comalies é lançado em Setembro de 2002 tendo muitas críticas positivas. Em outubro a banda entra em turnê com a banda Sentenced e toca pela primeira vez ao vivo as canções do novo álbum. Depois da turnê com Sentenced, Lacuna Coil dá um curto intervalo curto, começando uma excursão italiana em fevereiro de 2003 rumo aos EUA em abril para uma turnê com Opeth. Durante esta turnê a banda trabalha com o diretor Chade Seide para produzir um vídeo para "Heaven's a Lie". Em outubro de 2003 a canção podia ser ouvida em 65 estações de rádio diferentes. A turnê continua ao longo do verão, primeiramente voltando à Europa para tocar em vários festivais. O mais notável foi "Heineken Jammin" Festival em Imola com 40,000 pessoas. Logo em seguida retornam para os EUA para turnê com Type O Negative e Anthrax. Com a popularidade de Heaven's a Lie crescendo, Lacuna Coil decide gravar um novo vídeo para a música e trabalha com Diretor Patric Ullaeus. Depois do viajar muito ao longo de 2003, a banda se recusa dar um intervalo. Eles se unem a Moonspell, Passenger e Poison Black para uma turnê com 14 shows , a turnê se inicia no Natal em Hamburgo. Em janeiro de 2004 a banda assina novamente contrato com a Century Media , toca no festival Piorno Rock na Espanha e em abril faz turnê pela Itália com inúmeras datas de shows. Heaven's a Lie continua dominado as rádios italianas e em 1º de maio fazem turnê pelos EUA com a banda P.O.D durante 2 meses.
- Postado por: Roqueira às 16h27
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[Continuação]
Comalies Ozzfest Edition é lançado contendo canções acústicas e vídeos dos singles da banda. Em julho seria revelado que o Comalies havia passado de 100,000 cópias vendidas nos E.U.A, mas também Lacuna Coil se torna a banda top de vendas da gravadora Century Media com a marca de 250.000 álbuns vendidos no mundo. O álbum entrou na lista da Billboard em julho em No.194 pela venda de 5,818 cópias em uma semana. A música Swamped é incluída na trilha sonora do filme "Resident Evil Apocalypse". Em novembro de 2004, Comalies completa 2 anos de seu lançamento e a banda começa a trabalhar em material novo em Milão com Waldemar Sorychta. A banda dá uma pausa na pré-produção para executar uma performance especial no dia 27 de dezembro em Carling Apollo, Hammersmith em Londres com In Flames, Caliban e Chimaira. Chega final de 2004 e Comalies completa a venda de 150.000 cópias nos EUA.
Começa 2005, a banda continua trabalhando no novo álbum e o Comalies continua vendendo bem, em março o álbum ultrapassou a marca de 200,000 cópias vendidas. Como a aproximação do verão o Lacuna Coil continua escrevendo canções para o novo álbum e se prepara para um grande número de festivais pela Europa. Eles começam no dia o 21º maio em Rotonde Festival na França e pegam de surpresa os espectadores tocando uma canção nova. No dia 12 de junho em Donnington Park, Lacuna Coil toca no Download Festival, ao lado de Slipknot, System of a Down, Slayer e outros. Esse evento que conduz depois a uma longa turnê pelo ano e reconhecimento adicional no Reino Unido.
Em julho de 2005 a Century Media relança todos os álbuns do Lacuna Coil e EPs antes do Comalies, com novos encartes e extras, e no dia 14 de setembro anuncia que o futuro álbum será nomeado "Karmacode" com provável lançamento em 2006. Os festivais continuam ao longo dos meses de verão com a banda tocando a canção nova e ganhando muitos novos fãs, e no dia 22 de outubro no Metal Female Voices Fest in Wieze, Bélgica, a banda toca outra canção nova. Isto reforça a direção da banda combinando influências americanas e européias. No dia seguinte a imprensa internacional é convidada a uma sessão especial nos Estúdios de Galáxia em Mol na Bélgica onde a banda revela seis novas canções "What I see", "Fragile", "In Visible Light", "Fragments of Faith", "Within Me", "Our Truth". A popularidade da banda começa a aumentar no Reino Unido com o sucesso pela aparição no Download Festival em junho, isso resulta na primeira turnê pelo Reino Unido em outubro de 2005 , tocando 5 datas. A turnê nomeada "An Evening with Lacuna Coil" começa por Londres e depois toca em All Hallows Eve no Wulfrun Hall em Wolverhampton. A banda toca dois "sets" pelos shows, primeiro músicas acústicas e depois o set elétrico. No final de 2005 a banda completa a gravação do "Karmacode" e se prepara para lançá-lo em meados de março de 2006.Esta turnê aumenta o reconhecimento popular e a banda continua deixando uma impressão com um aparecimento acústico ao vivo em "MTV Headbanger's Ball" ao término de maio. Também é durante este tempo que o Comalies ultrapassa 60,000 cópias vendidas nos EUA. A banda entra em estúdio para gravar algumas músicas acústicas para uma edição especial do Comalies. Eles também liberam um novo single "Swamped". O single era ouvido logo em mais de 100 estações de rádio nos EUA , e no término de maio lançam um clipe dirigido por Patric Ullaeus.
A banda toca vinte e seis datas pelos EUA de julho a setembro de 2004 no Ozzfest, a banda toca no second stage do festival. O álbum
- Postado por: Roqueira às 16h19
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*Esse
layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*
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